Coimbra é uma cidade genericamente segura. Mas são cada vez mais comuns os casos de violência gratuita e vandalismo sobre equipamentos públicos. É a altura de actuar para evitar que estes casos isolados se tornem num problema sério de segurança. Nenhum de nós cidadãos deve tolerar actos de vandalismo ou pactuar com comportamentos de desrespeito pelo bem público, pelo asseio e pelas pessoas. Basta andar pela cidade e para ver todo tipo de actos de vandalismo sobre bancos de jardim, ecopontos, contentores de lixo, calçadas, muros, jardins, ponte pedonal, praças, etc. Há locais, como por exemplo a Praça Heróis do Ultramar, que ficam num estado indecente todos os fins-de-semana: lixo e degradação por vandalismo. A actuar é agora, antes que tudo isto se torne num problema sério.
A Noite das Mulheres Cantoras, Lídia Jorge, 2011
O novo romance de Lídia Jorge sai no dia 21 de Março, pela D. Quixote, e é lançado 4 anos depois do seu ultimo romance “Combateremos a Sombra”. É um livro com um tema arrojado: a idolatria e a construção do êxito. “Trata-se de um livro que se constrói em torno da questão da fama", conta a sua editora Cecília Andrade. É um romance sobre "o êxito e a perda, sobre um equívoco e a passagem do tempo. Um monólogo, uma escrita na primeira pessoa, a reconstrução de uma memória e de um segredo", acrescenta explicando que o este livro, tal como acontece na obra da autora, é sobre uma questão social, sobre a força do grupo e a aniquilação do indivíduo perante o colectivo. "A pergunta que fica é: Quantas vítimas deixamos pelo caminho para perseguir um objectivo?". Um excelente livro em perspectiva. Coloque na sua agenda de leituras.
Coimbra: Licença para errar (IV)
Fomos ver o campeão dos accionamentos em Portugal e no mundo
Recomendamos uma visita a um museu, um livro da Inês, uma pessoa ligada à inovação e um negócio.
E metemos mais uma farpa... musical.
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Links para as edições de Novembro de 2010:
6 de Novembro
13 de Novembro
20 de Novembro
27 de Novembro
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Pode encontrar o número 5 (Junho de 2010) do comCentro em:
http://issuu.com/j_norberto_pires/docs/comcentro_junho_2010
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O jornal de Empreendedorismo e Inovação do Centro de Portugal
O Centro de Portugal é uma região dinâmica e produtiva, com excelentes motores de desenvolvimento. É também uma região criativa que revela importantes capacidades empreendedoras, as quais conduziram à criação de empresas e produtos com a marca do Centro de Portugal. Empresas que se transformaram em players mundiais respeitados, líderes em várias áreas de negócio, e produtos relevantes que atingiram o topo nos seus nichos de mercado. É importante que estas iniciativas, muitas delas resultantes da actividade de criação de conhecimento e de I&D realizada nesta área geográfica, sejam acarinhadas e devidamente divulgadas como forma de mobilizar a região.
O jornal comCENTRO tem, por isso, os seguintes objectivos principais:
1. Promover as iniciativas de qualidade a decorrer no Centro de Portugal;
2. Incentivar as alterações necessárias para reforçar a aposta na criatividade e no empreendedorismo como forma privilegiada de reactivar o dinamismo do Centro de Portugal;
3. Dar voz aos empreendedores, incentivando e motivando assim o aparecimento de novos empreendedores;
4. Alertar para apoios à inovação e empreendedorismo, dando corpo a uma dinâmica regional que se pretende renovada;
5. Mostrar, alertar e divulgar as descobertas, os desenvolvimentos, as pessoas, os locais e instituições por onde passa o futuro do Centro de Portugal;
6. Realçar as sinergias que é necessário estabelecer;
7. Apontar e desafiar as redes que é necessário constituir e desenvolver;
8. Ser diferente, assertivo, independente e rigoroso;
9. Informar e manifestar opinião;
10. Estar consciente do mundo, daquilo que o faz mover, e ser um elemento motor do Centro de Portugal;
Portugal não tem dimensão suficiente para gerar escala, isto é, as empresas nacionais não podem contar com o mercado nacional para se desenvolverem e serem competitivas. Nem sequer para sobreviver. Por isso, precisam de se aventurar em novos mercados, por esse mundo fora, tirando partido da sua criatividade e capacidade empreendedora. Isto é, devem distinguir-se pela qualidade dos seus produtos, pelos serviços que oferecem, pela sua disponibilidade e pela forma como se apresentam ao mundo: têm de ser diferentes e melhores.
Mas as empresas percebem que esse objectivo exige pessoas criativas que constantemente procuram melhores soluções, mas que também são capazes de se organizar para as colocar em prática.
É por aí que tem de começar um plano coerente de desenvolvimento do país. Pelas pessoas. Pelas novas gerações, em particular. Com o objectivo de criar a consciência colectiva da necessidade de esforço, iniciativa pessoal e original como forma de encarar a vida e planear o futuro. É particularmente importante divulgar o exemplo de empreendedores e respectivos trajectos de vida, bem como demonstrar formas alternativas e originais de trabalhar, para que os jovens possam alargar horizontes e se apercebam que dependem de si, da qualidade da educação que tiveram, mas também, em grande medida, da sua atitude perante a vida. Porque é isso que lhes permitirá aproveitar as oportunidades que a vida lhes proporcionará, mas também criar as suas próprias oportunidades, seja por conta própria ou por conta de outrem.
Conhecimento, espírito empresarial e empreendedor são valências essenciais ao nosso futuro colectivo.
Veja aqui o comCENTRO
(1) http://issuu.com/j_norberto_pires/docs/comcentro_1
(2) http://issuu.com/j_norberto_pires/docs/concentro_2
(3) http://issuu.com/j_norberto_pires/docs/comcentro_3
(4) http://issuu.com/j_norberto_pires/docs/comcentro_maio




